O ano de 2020 revelou a vulnerabilidade das empresas em relação à proteção dos seus dados.       Dois temas se destacaram como responsáveis por mostrar o tamanho do problema de boa parte dos sistemas corporativos, a pandemia e a aprovação da LGPD (Lei de Geral de Proteção de Dados).

A LGPD e o trabalho remoto escancararam o quanto as empresas precisam investir em ações de proteção para garantir o tratamento, a integridade, a confidencialidade e a autenticidade de dados.

Se 2020 foi o ano da revelação das fragilidades, os próximos anos com certeza serão de ação e investimento em Cibersegurança. Independentemente do tamanho do seu negócio, será vital preocupar-se com a segurança da informação.  

Todos os processos de trabalho deverão ser revisados pelo viés da Cibersegurança com o objetivo de fortalecer sistemas e o comportamento dos colaboradores. É fundamental a adoção de uma abordagem multidisciplinar em segurança virtual para garantir a proteção do ambiente corporativo de ciberataques e crimes virtuais cada vez mais praticados, mesmo com a grande mobilidade e realização dos trabalhos à distância, segundo o Relatório Global de Tendências de Rede de 2020.

A infraestrutura de TI da sua empresa é local?

 

Vivemos em uma sociedade cada vez mais digitalizada e conectada. A maior parte dos processos e das relações de trabalho se dão por meios digitais, aumentando exponencialmente o valor das redes.  As pesquisas apontam que o home office e o trabalho híbrido são tendências que permanecerão mesmo após a pandemia. Sendo assim, as redes e tudo que às cerca são fundamentais para a continuidade do seu negócio.

 

Sua rede é local? Ela suporta toda a mobilidade da sua equipe? É possível ajustar rapidamente sua rede às novas condições de trabalho como aumento ou diminuição de pessoas ou processos?

É importante que a infraestrutura de TI possa ser ajustada às novas necessidades de novos serviços, processos e modelos. Isso requer profissionais e recursos tecnológicos altamente especializados. Transferir sua infraestrutura para Nuvem é a solução mais rápida e segura.

Um ambiente CLOUD trará segurança, mobilidade e elasticidade para sua rede com um investimento igual ou menor do que a sua rede local exige.

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Levar a infraestrutura para a Nuvem permite que sua empresa expanda o ambiente corporativo e o trabalho dos seus colaboradores possa ser realizado em qualquer lugar com segurança e confiabilidade.

Você já tem um PCN (Plano de Continuidade de Negócios)?

Falhas acontecem a todo tempo e para todos, mas é o tempo de resposta que faz a diferença.  Ter um plano para “contornar” uma situação de crise é obrigatório para responder satisfatoriamente aos seus clientes internos e externos e para garantir a continuidade da sua operação.

Você tem mapeado quais são as principais ameaças que podem afetar seu negócio e quais são as atitudes recomendadas para recuperação de um desastre com a sua TI?

Podemos utilizar o home office forçado pelo Covid como um exemplo. De um dia para o outro fomos impedidos de acessar nosso local de trabalho. Como foi para a sua empresa? Todos estavam cientes do que fazer? O trabalho chegou a ser interrompido total ou parcialmente? Em quanto tempo a rotina estava reestabelecida?

Há um instrumento para ser utilizado nesses momentos. É o Plano de Continuidade de Negócios, ou PCN. Um plano que estabelece as ações a serem tomadas em situações em que ocorre haja a interrupção das operações de negócio, devido à conexão com a infraestrutura local.

O PCN deve ser testado e revisado periodicamente e de conhecimento de todos da equipe.

Basicamente deve descrever as ações para:

  • gestão de crise: contempla as primeiras ações para contornar o problema;

  • manutenção da continuidade operacional: é o processo de realização das rotinas para assegurar o funcionamento dos serviços;

  • recuperação de serviços: tratamento dos itens afetados, como dispositivos que deixaram de funcionar e dados corrompidos.

Com a implantação de um Plano de Continuidade de Negócios, sua empresa passa a ter um conjunto de estratégias e planos de ação para garantir que os serviços essenciais sejam devidamente identificados e preservados após a o a ocorrência de um incidente que interrompa total ou parcialmente as suas operações.

Apesar de não ser um tema novo, a maioria das organizações ainda não têm um PCN implementado. Desta forma, quando uma empresa implementa um PCN, adquire um diferencial competitivo importante.

A emergência do COVID-19 antecipou várias tendências mapeadas para o “futuro do trabalho” e o home office foi a mais evidente.

Pesquisas recentes apontam que a migração para o trabalho remoto é definitiva para muitas empresas que obtiveram queda com gastos fixos e a melhora da produtividade da sua equipe.

O home office não é apenas trabalhar em casa, é “levar sua empresa para casa”. É um processo que exige muito do seu time de Segurança da Informação.

As novas condições de trabalho deslocaram a centralização da estrutura totalmente controlada pelas equipes de TI para a descentralização dos profissionais que utilizam diferentes equipamentos e aplicativos para acessar e trafegar informações e dados.

Como gerenciar esse novo ambiente? Como encarar o desafio de proteger equipes de trabalho remoto em larga escala?

É importante estender as medidas de segurança existentes no escritório para a casa de cada colaborador. É necessário ter visibilidade do comportamento das pessoas e das operações do negócio para criar uma política de Cibersegurança fácil de ser entendida e aplicada.

Assista ao vídeo abaixo:
Live que antecedeu o evento Disrupção e Direito, organizado pela #AB2L. Dois dos clientes da ATS Tecnologia contando como foi o processo de transição para o Home Office sem nenhuma intercorrência, devido ao trabalho de infraestrutura em nuvem com todos os protocolos de segurança feito pela ATS em seus escritórios.

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